quinta-feira, 2 de junho de 2011

Gafes nos tribunais!




Quintas de Humor!

Recebi um e-mail afirmando, categoricamente, que as célebres gafes em Tribunais, reproduzidas abaixo, foram retiradas do livro "Desordem no tribunal".  Assim, foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram de permanecer calmos enquanto tais pérolas realmente aconteciam à sua frente. Vasculhei a internet a procura do citado livro e não encontrei. Quero crer que se trata de mais uma das criativas invenções dos brasileiros. De qualquer forma, são engraçadas.

1
Advogado: Qual é a data do seu aniversário?

Testemunha: 15 de julho.

Advogado: Que ano?

Testemunha: Todo ano.


2

Advogado: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?

Testemunha: Sim.

Advogado: E de que modo ela afeta sua memória?

Testemunha: Eu esqueço das coisas.

Advogado: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

3

Advogado: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?

Testemunha: Ele disse, "Onde estou, Bete?"

Advogado: E por que você se aborreceu?

Testemunha: Meu nome é Célia.


4

Advogado: Me diga, doutor, ... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?


5

Advogado: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?


6

Advogado: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?

Testemunha: Por morte do cônjuge.

Advogado: E por morte de que cônjuge ele acabou?


7

Advogado: Poderia descrever o suspeito?

Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.

Advogado: E era um homem ou uma mulher?

8

Advogado: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?

Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas.


9

Advogado: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?

Testemunha: Oral.


10 
Advogado: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?

Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.

Advogado: E o sr. Décio já estava morto a essa hora?

Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.



11

Advogado: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?

Testemunha: Não.

Advogado: O senhor checou a pressão arterial?

Testemunha: Não.

Advogado: O senhor checou a respiração?

Testemunha: Não.

Advogado: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?

Testemunha: Não.

Advogado: Como o senhor pode ter essa certeza?

Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.

Advogado: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?

Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!!!


 Uma ótima quinta a todos!


Um comentário:

  1. Olá Gilmar!

    Estive ausente dos blogs mas aos poucos vou retomando as postagens e colocando em dia as visita. É bom vir aqui e encontrar uma boa dose de humor pra começar bem o final de semana. Muito bom mesmo!

    Estou esperando sua visita lá no Fragmentos.

    Grande abraço e tudo de bom pra você!

    Deus seja contigo

    Fragmentos
    http://bomruim2.blogspot.com/

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