domingo, 16 de abril de 2017

De onde viemos...

Metáfora


"Eu venho de lá, onde o bem é maior. De onde a maldade seca, não brota. De onde é sol, mesmo em dia de chuva e a chuva chega como bênção. 


Lá sempre tem uma asa, um abrigo para proteger do vento e das tempestades. 


Eu venho de um lugar que tem cheiro de mato, água de rio, logo ali, e passarinho em todas as estações. 


Eu venho de um lugar em que se divide o pão, se divide a dor e se multiplica o amor. 


Eu venho de um lugar onde quem parte fica para sempre, porque só deixou boas lembranças. 


Eu venho de um lugar onde criança é anjo, jovem é esperança e os mais velhos são confiança e sabedoria. 


Eu venho de um lugar onde irmão é laço de amor e amigo é sempre abraço. Onde o lar acolhe para sempre, como o coração de mãe. 


Eu venho de um lugar que é luz mesmo em noite escura. Que é paz, fé e carinho. 


Eu venho de lá e não estou sozinho, SOU CATADOR DE LINDEZAS, sobrevivo de encantamento, me alimento do que é bom, do bem. 


Procuro bonitezas e bem querer, sobrevivo do que tem clareza e só busco o que aprendi a gostar. 


Não esqueço de onde venho e vou sempre querer voltar. 


Meu lugar se sustenta do bem que encontro pelo caminho, junto a maços de alfazema e alecrim. 


Assim, sou como passarinho carregando a bagagem de bondade, catando gravetos de cheiro, para esquentar e sustentar o ninho... 


Talvez a vida tenha feito você acreditar que este lugar não existe. Te digo: tem sim, é fácil encontrar. 


Silencie, respire, desarme-se, perceba, é pertinho. Este lugar que pulsa amor é dentro da gente, é essência, está em cada um de nós.


Basta a gente buscar."
Autor desconhecido

domingo, 9 de abril de 2017

Versões do jeito de pensar...



Humor
I- CORTADORA DE PICLES
O sujeito trabalhava há anos em uma fábrica de conservas e, um dia, confessou à mulher que estava possuído por uma terrível compulsão: a vontade incontrolável de colocar o pênis na cortadora de picles.
Espantada, a esposa sugeriu que procurasse um psicólogo, mas o marido relutou, prometendo que iria pensar no assunto. Foi enrolando, enrolando, enrolando e chateando a esposa com aquele assunto, até que ela falou:
—Então coloca esse negócio na cortadora de picles, o problema será seu.
Um certo dia, ele chegou em casa cabisbaixo, profundamente abatido:
O que foi que aconteceu, querido? perguntou-lhe a mulher preparando-se para o pior.

Lembra-se de minha compulsão de enfiar o pênis na cortadora de picles?

A mulher solta um grito raivoso:

Oh, não! Você não fez isso?!?

Sim, eu fiz!

Meu Deus, o que aconteceu? - já vendo que ele não estava ferido.

O marido responde, cabisbaixo:

Fui despedido...

Mas, e ... a cortadora de picles?

Ela também foi despedida!


II- JOÃOZINHO E A PROFESSORA

Uma professora pergunta a seus alunos: 

—Se existem cinco passarinhos em um galho e você atira em um, quantos sobram?

—Nenhum — responde Joãozinho. Todos saem voando com o barulho da pistola.
A professora fica surpresa com a resposta.

—Não era essa a resposta que eu esperava, mas...eu gosto do seu jeito de pensar.

—Eu posso fazer uma pergunta pra senhora?
pediu Joãozinho.

—Pode, Joãozinho.

—Existem três mulheres sentadas em um banco comendo picolés. Uma está lambendo, outra está chupando e a terceira está mordendo. Qual delas é casada? 

A professora fica vermelha e responde timidamente: 

—A que está chupando.

—Não, a casada é a que tem anel no dedo, mas eu gosto do seu jeito de pensar.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Você pode mais!



 Outros Autores
Sempre existirão pessoas melhores do que a gente em alguma coisa que sejamos muito bons. Mesmo que você seja expert, seu lugar nunca estará garantido. Porque as coisas mudam o tempo todo, chegam pessoas mais jovens, ninguém pode abarcar todos os conhecimentos produzidos neste mundo globalizado. Mas ser QUEM você é, ninguém pode. Porque você não é apenas uma coisa — você é um conjunto de atributos, de comportamentos, de sentimentos. E é esse todo, essa combinação singular, que faz a diferença no seu universo de atuação. 

A “síndrome do coitadismo” não nos leva a lugar algum — a não ser ao fundo do poço. É deprimente fazer com que outras pessoas sintam pena de você. Cada um tem suas próprias questões para cuidar, suas próprias fragilidades para trabalhar. Empatia é uma coisa, meter-se a fazer um trabalho que é da outra pessoa é algo completamente diferente e inadequado. Faça o seu trabalho: cuide da sua autoestima. E aí você será admirado por quem realmente é e não alvo de preocupação alheia, no sentido mais negativo, por ser o “fragilzinho” e incapaz.

A vida não é estagnada e muito menos previsível. Essa suposta previsibilidade que imaginamos existir não é nada além de uma tentativa de nos manter seguros e razoavelmente “no controle”. Não existe um script a ser seguido para que possamos trilhar o caminho “correto” ou da felicidade. Cada um de nós precisa de situações específicas para evoluir, isso faz uma intersecção com a nossa história de vida e as coisas simplesmente se desenrolam conforme nossas escolhas e posturas nessa caminhada. São muitos ciclos, muitas ressignificações e muitas redefinições de metas e prioridades no decorrer da vida. Ainda bem.

O meu tempo não é o mesmo tempo da Natureza. Meus desejos imediatistas podem não coincidir com as minhas necessidades a longo prazo. (Nota mental: repetir isso como um mantra, todos os dias. rs)

Priscila Sganzerla – Reflexões de maio/2013

Imagens dos Caminhos