sábado, 7 de maio de 2011

Doação de Medula Óssea



Recebi da Tatiana, do Simplesmente Amor, um convite para participar da campanha de doação de medula óssea. No início, meio ressabiado pela desinformação, hesitei em disponibilizar um "pedaço" meu, tal como equivocadamente muitos entendem. Depois, com informação, fui tomado por um ânimo fantástico. Ainda assim, optei por não divulgar minha adesão, até que eu finalmente tivesse realizado a doação, ou melhor dizendo, até que eu fosse definitivamente cadastrado, tornando-me apto à doação. Não acredito em discursos desgarrados da prática, ou como gosto de compreender, da ausência da verdade que norteia os passos.

Ao falar sobre o propósito que me animava, alguns colegas de trabalho até acolheram bem a idéia, mas o medo (leia-se desinformação) não permitia o próximo passo. Uma colega apenas foi convencida e fizemos juntos o cadastro e o respectivo colhimento do sangue para o exame de HLA.Tudo muito simples e rápido.

No propósito de incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo, copiei partes do panfleto que é distribuido pela Fundação Hemominas. São informações necessárias ao precioso ato de doar-se ao próximo. Isso faz uma diferença absurdamente grande! Salva vidas!






 Está feito o convite!


4 comentários:

  1. Legal as informações e seu procedimento é corretíssimo.
    Infelizmente eu já não faço parte do grupo que pode doar.
    beijos

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  2. Muito bom, Gilmar. Grande parte das pessoas não se animam a doar medula, por medo, devido à desinformação. Eu, infelizmente, não posso fazer esse tipo de doação porque passei há muito, da idade limite. Mas se a lei mudar, certamente estarei me candidatando a compor o contingente de doadores. Pode ser que a lei mude, pois no caso da doação de sangue e leucócitos, já mudou. Ampliou a margem para cinco anos a mais do que era antes. Vamos aguardar.
    bjssssssss

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  3. Querido Gilmar...Só tenho a agradecer-te por esse gesto e por compartilhar com todos, todas essas informações que podem acabar com as dúvidas que podiam existir.

    Um abraço forte e carinhoso com meu carinho e admiração

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  4. Boa esta divulgação, citando também sua experiência de cadastramento. Por incrivel que pareça, o medo (da agulha, neste caso) é um empecilho para que se faça este gesto de solidariedade, que pode salvar vidas.
    Estou cadastrada como doadora faz vários anos mas não há um paciente que seja compatível comigo, e talvez nunca apareça. Mas o gesto está feito.
    Gostei desta iniciativa, Gilmar. Parabéns.

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Fique à vontade!
Os comentários têm a função precípua de precipitar a maturação da reflexão, do texto “apossado”. É um ponto de partida, sem o ponto de chegada. É o exercício da empatia no rompimento do isolacionismo, posto que, tudo está conectado. É a sua fala complementando a minha. Por isso mesmo fique à vontade para o diálogo: comentar, concordar, discordar, acordar...

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