A Música... A Letra... o Sax... e Eu...
O Som do Silêncio
Olá, escuridão, minha velha amiga
Vim conversar com você outra vez
Porque uma visão surgiu mansamente
Deixou suas sementes enquanto eu dormia
E a visão que foi plantada em meu cérebro
Ainda permanece
Dentro do som do silêncio
Em sonhos atormentados, eu caminhei sozinho
Ruas estreitas de paralelepípedos
Sob a luz de um poste de rua
Levantei minha gola contra o frio e a umidade
Quando meus olhos foram apunhalados pelo brilho de
uma luz de neon
Que partiu a noite
E tocou o som do silêncio
E na luz nua eu vi
Dez mil pessoas, talvez mais
Pessoas falando sem dizer
Pessoas ouvindo sem escutar
Pessoas escrevendo canções que vozes jamais
compartilharam
E ninguém ousava
Perturbar o som do silêncio
Tolos, eu disse, vocês não sabem?
O silêncio cresce como um câncer
Escutem-me, que talvez eu possa ensiná-los
Peguem meus braços, que talvez eu possa alcançá-los
Mas minhas palavras caíram como gotas silenciosas
de chuva
E ecoaram nos poços do silêncio
E as pessoas se curvaram e rezaram
Para o deus de neon que elas criaram
E a placa mostrou o seu aviso
Nas palavras que formava
E a placa dizia
As palavras dos profetas estão escritas nas paredes
do metrô
E nos corredores dos cortiços
E são sussurradas ao som do silêncio
Tradução: Letras.mus.br (https://www.letras.mus.br/simon-e-garfunkel/36245/traducao.html)
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